terça-feira, 27 de novembro de 2007

por trás da máscara

eu me escondo, sempre me escondo
ora de um mundo que não me entende
ora de um mundo que não quer me aceitar


Me escondo das pessoas que não creio terem algo a me acrescentar, elas não merecem minha participação em seu mundo já pre-pós-inter-supra-configurado. Prefiro as pessoas com lacunas, onde posso me encaixar sem a menor dificuldade. Lacunas não são buracos, são espaços reservados para a diversidade.

Viva a diversidade! Sem ela, provavelmente, o mundo seria repleto de pessoas iguais a você, ou, pior que isso, iguais a mim. Seria muito chato! Ou muito perfeito, ou muito... que seja.

Não vendo meus ingressos para o camarote vip, pois já foram destinados. Estou apenas na função de entrega-los e providenciar para que tudo seja conduzido em harmonia e para que sinta-se a vontade. Só não tire o sutiã.

É verdade, faz tempo que eu não escrevia. É mentira, não estou sendo original! É um enigma: o que provoca é a vontade de deixar guardada a lembrança daquilo que me retirou do descanso para uma inércia-dinâmica. Eu queria simplificar, mas a intenção está mais próxima de registrar meu momento do que tentar fazer alguém entendê-lo... sorry :)

Enquanto isso, na Sala de Justiça, agente fez a festa. Eu fantasiado de Peter Parkson, e a Orllof fantasiada de Marcos... foi tudo de bom :)