sábado, 30 de junho de 2007

nadando de verdade

esta foto não é minha...

Enfim...
Depois de alguns meses que voltei a treinar, posso ver o resultado e as melhoras! Eu nem ia participar do 2º Meeting de Natação Master de Brasília, pois queria me preparar para o segundo semestre. Mas um bom incentivo do meu técnico do CIEF, Marcelo (o mesmo que me treinou a 14 anos atrás), me fez pensar que eu quero mesmo é participar. Agora faltam mais 2 etapas do Meeting, evento que divide o conjunto de provas para categoria master em 4 etapas. As duas próximas deste ano serão em 18 de agosto e em 20 de outubro.

Foi um dia muito bom! Consegui estudar enquanto me concentrava para a prova e também queimei pela primeira vez na vida numa largada, logo na prova que eu mais queria nadar, os 100m medley... affe! Em seguida nadei os 50m costa com tempo de 34'81". Gostei do tempo, acho que nunca tinha feito esse tempo na vida.

Por fim, fui convidado pra nadar o revezamento 4x50m livre com a equipe principal da BodyWork do Minas Brasília Tênis Clube, onde nadei quando era garoto. Fiz um tempo de 27'36" e arrebentei! Claro que estou 5' abaixo do recordista sulamericano de master. Mas o que são 5 segundos?!?!?

Ganhar medalha por participação é muuuito bom, especialmente a que corri com uma equipe maravilhosa na corrida em volta do Lago Paranoá. Mas ganhar medalha de ouro é melhor ainda :)

Esta foi uma delícia!
Virão outras...






...mas esta medalha é minha!!!


domingo, 24 de junho de 2007

chapada's sunrise

chapada's sunrise :)

Axwell - Watch The Sunrise

There's nothing more that I want
Than to touch you
To seek truth
In your eyes
The only thing that I want
Is to be with you
And watch the sunrise

Every time I see the sunset in your eyes
Words can not express the feeling deep inside
Your fire gives me sweet inspiration
When the morning comes
You bring life like a sunrise, sunrise

Every time I feel the pressure start to rise
Heaven only knows the way you've satisfied
Your fire gives me sweet consolation
And when the morning comes
You bring life like a sunrise, sunrise

o melhor do dia

entrar num elevador com espelho, mirar nos seus próprios olhos com charme. fazer uma careta para distrair e descontrair toda a beleza que mamãe diz que tenho. lembrar uma música dançante e começar a se remexer. aumentar a dança frenética e por um segundo olhar ao redor para ver se não tem nenhuma câmera (elevadores modernos... afff).

suspirar... rsssss

sexta-feira, 15 de junho de 2007

é nois em são jorge

preocupado... muuuuito preocupado!

Final de semana na chapada foi uma redescoberta ao mesmo tempo que repassava velhos hábitos e questionamentos.Foi divertido, descansei, conheci novos lugares, limpei minha mente de algumas coisas que estavam me incomodando, sujei um pouco o fígado, encontrei pessoas legais, encontrei pessoas loucas (mais legais ainda, rssss), encontrei pessoas normais. Fezlimente não tive nem espelho nem escova de cabelo para me pentear, mas isso foi um detalhe que suprimi com uma suave dose de despreocupação com a vaidade.

Após ter várias pessoas animadas a ir e depois de ouvir de todas elas que não daria, resolvi não desanimar comigo mesmo, então disse sim pra mim mesmo. A viagem foi assim, estrada, estrelas, noite, faróis e muitos pensamentos conjugados às listras do chão: a unica coisa monótona ai eram as listras mesmo.

Chegando lá, senti-me em casa, sorrindo como quem volta ao lar. Dei uma rápida volta pela cidade, montei minha morada, tomei uma dose de saudade e passei a caminhar em busca de um rosto amigo. Sim, claro! Por que não procurar alguem conhecido pra dividir o final de semana? A fé é tanta, que nem demora muito. Encontrei um colega da UnB com quem quase não falo, mas sempre tive curiosidade de conversar com ele. Trata-se de um intercambiário francês, que está no Brasil a apenas 9 meses, mas com quem queria muito trocar "figurinhas culturais". Fanch Rueallan estava acompanhado de sua eloqüênte amiga, Flávia. Considerando que eu tinha "muitas possibilidades" para o final de semana, resolvi juntar-me a eles, rssssss.

Em seguida, nos juntamos a outros "conhecidos de última hora" que estavam alojados em uma casa ali próximo. Sentamos na grama, tomamos cerveja, batucamos um pouco e rimos bastante. A vista dali nos permitia observar um céu maravilhoso! Em São Jorge tem mais estrelas que aqui, rssss. Foi uma ótima sexta-feira.

Sábado, após a dispersão total da turma da noite anterior, conheci o pessoal que estava no mesmo camping que eu. Trocamos idéias, café da manhã e rimos bastante. Depois fui conhecer a cachueira da fazenda Morada do Sol. Sempre bom conhecer "novos" rios, mesmo sabendo que aquelas águas já rodaram, muito provavelmente o mundo inteiro. Observar a delicadesa e a força com que o rio desce por entre, sobre e pelas pedras me faz pensar na força que a essência da natureza tem. O rio segue as leis da natureza, mas escreve sua história nas mais duras rochas.

O melhor do sábado: muitas histórias no bar do pelé e cerveja com cachaça de arnica! Depois um show de blues e uma rave pela noite toda! Depois subir na torre de celular pra ver o sol nascer! E, a melhor parte, voltar pra barraca e entrar no saco de dormir quentinho! aaahhhh... tudo de bom!


Domingão, o jeito foi acordar, tomar café da manhã com a galera lá do camping, e voltar pra barraca! rssssss


Enfim, nos despedimos de São Jorge passando pelo rancho do Valdomiro, comemos um tutu de feijão na folha de bananeira e tomamos cachaça artesanal! Tuuudooodeebooom! em seguida curtir os ultimos banhos e pulos em água gelada na cachoeira São Bento, entre o Portal da Chapada e a Fazenda São Bento, entrada para as cachoeiras Almé
cegas. Foram os últimos momentos, mas uns dos mais deliciosos!

Por fim, mais 2h e meia de estrada e de volta à civilização. Brasília... sempre Brasília =)


sim, aquarius...

clique na imagem para ver detalhes da animação

Aquarius (Latim para portador da água, símbolo ) é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Aquarii e a abreviação oficial adotada pela União Astronômica Internacional é Aqr.

A constelação é conhecida em português como Aquário, o portador de água. A região do céu em que ela se encontra é conhecida como o Mar ou a Água, devido à proximidade de constelações como Cetus, a Baleia, Pisces, os Peixes, e o rio Eridanus (Erídano). Este é, por vezes, representado como fluindo do vaso do Aquário. Os antigos viam, nessa constelação, a figura de um homem vertendo água de uma ânfora.

As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Pisces, Pegasus, Equuleus, Delphinus, Aquila, Capricornus, Piscis Austrinus, Sculptor e Cetus.

Zodíaco (do grego, ‘’zoon’’, ou animal) é uma faixa imaginária do firmamento celeste que inclui as órbitas aparentes da Lua e dos planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. As divisões do zódiaco representam constelações na astronomia e signos na astrologia. As constelações incluídas no caminho aparente do Sol em seu trajeto anual compõem o zodíaco sideral.

Inúmeras constelações ( 24 no total ) estão localizadas na faixa zodiacal - algumas totalmente inclusas, e outras em parte. Destacam-se 13 que são atravessadas pela Eclíptica e, portanto, pelo Sol ao longo do seu movimento aparente anual.

Fonte: The Bright Star Catalogue, 5th Revised Ed., The Hipparcos Catalogue, ESA SP-1200

o vento - los hermanos















Posso ouvir o vento passar,
assistir à onda bater,
mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver...
Eu pensei..
Que quando eu morrer
vou acordar para o tempo
e para o tempo parar:
Um século, um mês,
três vidas e mais
um passo pra trás?
Por que será?
... Vou pensar.

- Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber?
- Não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer
e isso, eu vi,
o vento leva!
- Não sei mas
sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer...
E isso por que?
Diz mais!
Uh... Se a gente já não sabe mais
rir um do outro meu bem então
o que resta é chorar e talvez,
se tem que durar,
vem renascido o amor
bento de lágrimas.
Um século, três,
se as vidas atrás
são parte de nós.
E como será?
O vento vai dizer
lento o que virá,
e se chover demais,
a gente vai saber,
claro de um trovão,
se alguém depois
sorrir em paz.
Só de encontrar... Ah!!!

(
Composição: Rodrigo Amarante)

terça-feira, 5 de junho de 2007

o melhor do dia =)

ver ao longe o semáforo na cor alaranjada... aproximar-se em desaceleração prestes a freiar e perceber que continua alaranjado, e que os carros estão passando... você tá passando... o semáforo do outro ládo também está alaranjado... tá tudo alaranjado e todo mundo passando :)

"oh Senhor... que o conflito esteja nos semáforos, não em mim... amém!"

domingo, 3 de junho de 2007

volta do lago

equipe campeã... equipe!

"Domingo de manhã o sol me chamou pra dar um rolé..." em volta do Lago Paranoá! Enfim consegui realizar parte de um sonho. Na verdade é, de longe, um começo, mas foi muito legal! Acho que isso resume muitos anos de sonhos. O primeiro evento é o mais marcante, rssssss. Trata-se da 4a. Volta do Lago, que aconteceu domingo passado, dia 27 de maio de 2007. Mas preciso começar falando da equipe.

Só conhecia o Natanai (primeiro da direita), com quem faço natação (PD1) às terças e quintas na UnB. Assim que cheguei fui conhecendo aos poucos o pessoal, até que, ao termino da prova, já estava entrosado com toda equipe. Primeiro o Lúcio (primeiro à esquerda, de short azul), capitão da equipe, que me recepcionou e com quem troquei as primeiras palavras! Em seguida foi a Roberta (a primeira da esquerda, de boné azul), um pessoa super motivada e talvez a locomotiva de ânimo da equipe. No trecho em que eu iria largar conheci a Rejane (de boné branco, segunda da esquerda para a direita), esposa do Lúcio e que pegou o trecho seguinte ao meu. Apesar de ter corrido apenas um trecho, foi um dos mais difíceis também.

Enquanto corria meu primeiro trecho conheci o Rafael, esposo da Roberta, que foi nosso apoio por todo o percurso, fornecendo água e apoio nos momentos que a força queria nos deixar. Ele não aparece na foto mas sua bicicleta guerreira, que acompanhou a todos nós, estava no fundo da foto, rssss. Ao concluir meu primeiro trecho conheci o restante da minha equipe e os das outras equipes da Academia ATP. Dai conheci a Andresa (de boné azul, terceira da esquerda pra direita), uma pessoa super animada e com quem troquei um trecho estratégico, rssss. Conheci também o Dudu (segundo da esquerda pra direita) e a Rafaela (de boné branco, primeira da esquerda), namorada do Natanai. Corri o sexto trecho, que saía do Parque do Lago Norte e se estendia por 4 km, entre subidas, escada e cross country. Foi tranqüilo e pude forçar um pouco, até meu limite, pra tentar ajudar a equipe. Minha chegada foi no Centro Comercial do Lago Norte. A partir de então, fomos seguindo os corredores por todos os trechos. Era legal, pois a equipe vibrava e torcia em cada chegada e saída. Das 4 equipes ATP (numerações 220, 261, 262 e 267), eramos a menos favorita. Entretanto, abrimos uma diferença no início que só foi recuperada por duas das outras equipes no trecho 7. Foi quando fomos ultrapassados.

A medida que me inteirava da situação das equipes, fui vibrando e tomando conhecimento da "brincadeira". Na minha segunda participação, troquei meu trecho com a Andresa. Eu iria correr o penúltimo trecho, o do eixão, que eram 6,4 km, mas preferi trocar com ela por outro de 7,6 km, que gostei muito também. Corri o trecho onze, que saía do mirante da Ermida Dom Bosco com uma subida pesada até o parque Copaíba. Depois percorri um trecho cross country de média dificuldade. Apesar de ser um trecho difícil, foi o que mais gostei, pois correr no parque, na terra, em meio as árvores, é tudo de bom!! A chegada foi, pelo menos pra mim, gloriosa! De longe eu vim avistando a esplendorosa Ponte JK. Em seguida, para meu desespero, pude ver o local onde seria a minha chegada, à esquerda da Ponte JK, mas que ainda teria que passar por uma descida, por baixo da ponte, e depois subir novamente!!! Terrivel ver a chegada e saber que ainda tem uma volta enoooorme pra dar!!! Já não bastasse estar morto de cansado, aparece atrás de mim um brutamontes querendo me ultrapassar!!! Dai eu pensei: "agora não, né?" Esqueci que estava sentindo dores e gastei as últimas forças para chegar antes do grandalhão. A partir de então, não senti mais dores... nem senti minhas pernas, nem joelho, nem coxas, nem batatas... Não estava sentindo mais nada! rssss...

Passado o alívio da chegada, já era hora de correr para o trecho seguinte. Eu havia entregue a pulseira com o chip para o Natanai percorrer o trecho doze. Agora sim, eu já fazia parte da equipe. Comecei a sentir a emoção de fazer parte de uma equipe. Quando me perguntam sobre como foi o domingo, digo que foi mais que uma corrida, foi uma EQUIPE! Além de vibrar com minhas próprias conquistas, vibrava também com o desempenho da equipe, que superava qualquer expectativa e melhorava suas marcas. Já havíamos recuperado a primeira posição, em relação às outras equipes da ATP, e estávamos num processo de aumentar a distância, rssss. Então éramos pura vibração.

Já nos últimos momentos da corrida, nos dirigimos para a chegada para esperar a Andresa, ela iria passar a pulseira com o chip para o Lúcio percorrer o último trecho. Aproveitamos para subir uns 1000m pelo Eixo para "buscar" a Andresa. Foi muito legal, pois voltamos acompanhando ela e dando uma força para os metros finais. É ótimo estar em uma equipe!

A chegada final foi perfeita! Comemoramos muito pela conclusão, pelo esforço, pela equipe e pelo empenho e entusiasmo de cada um. Ficamos na 60a. posição por categoria de equipe com 8 integrantes, mas a maior comemoração foi de ter chegado antes das outras três equipes da ATP. Sem dúvida foi uma comemoração válida, pois as outras equipes, apesar de sermos todos uma equipe só, ficavam fazendo pouco caso de nossa equipe,
pelo que sei. Então foi uma comemoração em conjunto mas em especial para aqueles que tiveram de aguentar as brincadeiras e chacotas dos outros colegas, rssss.

Poderia escrever centenas de parágrafos para tentar descrever, degustar, analisar e transmitir aquelas poucas horas de energia e emoção! Mas queria terminar agradecendo a todos que participaram e tornaram possível a minha participação. Certamente estaremos juntos em outras oportunidades, e as vitórias serão sempre nossa própria superação e entrosamento. Parafraseando o que aprendi há algumas semanas em meu retorno às piscinas: "a essência do corredor é superar seus limites..."